Ex-jogador Kaká destaca importância da presença de Deus durante evento para homens em Sorocaba-SP

 Publicado às 19h40



 

O ex-jogador Kaká foi um dos palestrantes do Encontro de Homens, realizado pela Igreja Família, em Sorocaba (SP), na última sexta-feira (14). Durante sua participação, ele ressaltou que a presença de Deus foi determinante em toda a sua trajetória no futebol, fundamentando sua mensagem no versículo de Mateus 28:20.

 

Segundo Kaká, a presença divina é suficiente para sustentar o cristão em qualquer fase da vida. “A presença de Deus é o que realmente faz toda a diferença. É poderoso saber que Cristo está com a gente todos os dias”, afirmou. Ele também destacou que cada cristão é templo do Espírito Santo.

 

Durante a pregação, o ex-atleta relembrou um livramento marcante ocorrido aos 18 anos, quando sofreu uma fratura grave na região cervical após um acidente em um parque aquático. De acordo com os médicos, casos como o dele geralmente resultam em paralisia. Kaká ficou meses afastado dos treinos e enfrentou incertezas sobre o futuro no esporte, mas relatou ter sido sustentado por “uma paz que excede o entendimento”.

 

Após a recuperação, ele estreou no São Paulo e foi convocado para a Seleção Brasileira, jogando e vencendo a Copa do Mundo aos 20 anos. Para ele, os “presentes de Deus” vão além dos sonhos que tinha no início da carreira. “A presença de Deus é a maior promessa que temos”, disse, incentivando os homens a confiarem na bondade divina.

 

Kaká também afirmou que seu propósito não era buscar reconhecimento pessoal, mas glorificar Jesus, mesmo no auge da fama como Melhor Jogador do Mundo da FIFA. Ele citou o versículo: “Quer comais, quer bebais, faça tudo para glória de Deus”.


O ex-jogador relatou ainda crises enfrentadas no Real Madrid, quando foi pressionado pela mídia e chegou a ser chamado de “uma das piores contratações do clube”. Ele afirmou que o período o ensinou a firmar sua identidade em Cristo, e não em seu desempenho.


Segundo Kaká, o cristão não deve se definir pelo que faz, mas por quem é em Deus. “Eu não era o melhor do mundo nem a pior contratação. Eu era um filho de Deus”, declarou. Ao concluir, ele afirmou que nenhum prêmio ou título se compara à presença divina: “Foi um privilégio viver o que vivi, mas a presença de Deus na minha vida é muito mais especial”.


Fonte: Exibir Gospel

 


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